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Ecossistêmica – 2ª Edição

‘Ecossistêmica’ constitui um ensaio visando estabelecer um corpo de doutrina básico a presidir ações e atitudes voltadas à proteção ambiental, numa concepção sistêmica do Meio Ambiente. O caráter finalista, que não é reconhecido em relação à evolução natural, passa a constituir o principal agente da evolução ou das transformações ambientais caracterizando o chamado Meio Ambiente como significativamente diferente do Ecossistema natural e o estudo do meio ambiente como algo sensivelmente diverso da Ecologia.

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REF: Blucher-1745 Categorias: ,

Autor: Samuel Murgel Branco

ISBN: 8521201745

Páginas: 224

Formato: 17×24 cm

Ano de Publicação: 1999

Apresentação: “O moderno conceito de desenvolvimento sustentável tornar-se-á simples utopia visionária se tiver prosseguimento o antigo modelo de economia mundial em que o terceiro mundo é visto como celeiro inesgotável do hemisfério norte”. “O caráter finalista, que não é reconhecido em relação à evolução natural, passa a constituir o principal agente da evolução ou das transformações ambientais, caracterizando o chamado Meio Ambiente como significativamente diferente do Ecossistema natural e o estudo do meio ambiente como algo sensivelmente diverso da Ecologia”. “…essa entropia, que pode ser denominada impacto ambiental, degradação do meio ambiente, esgotamento dos recursos naturais, é incontestável, irrevogável e dificilmente conversível e não tem, entretanto, sido devidamente considerada como fator condicionante da economia. Minha proposta é a inclusão, nos protocolos dessa ciência, de um novo capítulo intitulado economia conservativa”. “…vivemos uma era caracterizada pelo que se poderia denominar o paradoxo da descartabilidade, segundo o qual a maior virtude de um produto industrial é ele poder ser jogado fora…” “Somente alguns animais sociais – como as formigas – têm um comportamento análogo ao do homem urbano. O formigueiro representa uma área de contínua e intensa atividade de processamento, consumo, e geração final de subprodutos indesejáveis, sem retorno assegurado para o meio de origem. Para o formigueiro, entretanto, essa unidirecionalidade dos fluxos de matéria determina uma condição inexorável: a colônia tem um tempo limitado de existência!”