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CERTIFICACAO E MANEJO DE FLORESTAS NATIVAS BRASILEIRAS

O tema de certificação florestal cresceu muito nos últimos tempos e aos poucos vai ganhando espaço junto aos consumidores, fazendo necessário um estudo que aborde os principais mecanismos de certificação florestal existentes e as posturas que as empresas do setor devem adotar, se interessadas em conseguir esses selos para comercializar seus produtos.

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REF: Jurua-6744 Categorias: ,

Sinopse:  O manejo florestal sustentável, para corroborar coma s exigências dos mecanismos de certificação e melhorar seu desempenho financeiro, precisa adotar procedimentos de controle estreitos e técnicas específicas, incluindo os aspectos de impacto reduzido, sempre tendo em mente a busca de competitividade, enquanto alternativa de uso da terra, dentro do cenário rural. A proteção de identidade Geográfica é um novo mecanismo de certificação para produtos e serviços florestais, que surge como um dispositivo decisivo para abandonar o paternalismo dos sistemas tradicionais de identificação florestais e valorizar os esforços e qualidade local dos sistemas produtivos e produtores.

Autores: ZANETTI , EDER

Editora: JURUA

ISBN: 9788536216744

Ano Publicação: 2007

Páginas: 376

Edição: 1

Acabamento: Brochura

SUMÁRIO:

1 INTRODUÇÃO

2 CERTIFICAÇÃO FLORESTAL

2.1 A cooperação internacional

2.2 A conservação da biodiversidade e o uso das florestas nativas tropicais

2.2.1 Quadro: princípios e ações para uso de florestas tropicais do ITTO

2.3 O comércio internacional e a certificação florestal

3 PRINCÍPIOS E CRITÉRIOS DE CERTIFICAÇÃO FLORESTAL

3.1 Pré-auditoria

3.1.1 Critérios, elementos e indicadores do Canadá

3.1.1.1 Tabela: Critérios e elementos do sistema canadense de manejo sustentado

3.1.1.2 Tabela: Critérios e indicadores canadense de sustentabilidade

3.1.2 Critérios e indicadores da ITTO

3.1.2.1 Tabela: critérios para manejo sustentado do ITTO

3.1.2.2 Tabela: Critérios e termos (indicadores) do sistema de Manejo Sustentado do ITTO

3.1.3 Princípios, critérios e indicadores do FSC

3.1.3.1 Tabela: Princípios do FSC

3.1.3.2 Tabela: Critérios e observações sobre o selo FSC

3.1.4 Princípios, critériose indicadores do Cerflor

3.1.4.1 Tabela: Princípios do Cerflor

3.1.4.2 Tabela: Critérios e Indicadores Cerflor

3.2 Ajuste de Conduta

3.2.1 Quadro: Princípios, critérios e indicadores do FSC (monitoramento)

3.2.2 Tabela: Princípios, critérios e indicadores FSC

3.2.3 Perfil da empresa

3.2.3.1 Empresa perfil 1

3.2.3.1.1 Tabela: Perfil básico de empresa florestal

3.2.3.1.2 Tabela: Perfil 1 e certificação florestal

3.2.3.1.3 Gráfico: Performance empresa perfil 1 para certificação

3.2.3.2 Empresa perfil 2

3.2.3.2.1 Tabela: Perfil médio de empresa florestal

3.2.3.2.2 Tabela: Perfil 2 e certificação florestal

3.2.3.2.3 Gráfico: Performance empresa perfil 2 para certificação

3.2.3.3 Empresa perfil 3

3.2.3.3.1 Tabela: Perfil avançado de empresa florestal

3.2.3.3.2 Tabela: Perfil 3 e certificação florestal

3.2.3.3.3 Gráfico: Performance empresa perfil 3 para certificação

3.3 Auditoria

3.3.1 Auditoria de manejo florestal do FSC

3.3.1.1 Quadro: Manual completo para auditoria de certificação do sistema FSC

3.3.2 Auditoria de “Cadei a de Custódia” do FSC

3.3.2.1 Quadro: Auditoria florestal para Cadeia de Custódia do sistema FSC

4 MANEJO FLORESTAL DE IMPACTO REDUZIDO

4.1 Análise da documentação das áreas

4.2 Levantamento topográfico e produção de mapas das áreas

4.2.1 Mapa de uma concessão florestal para mineração

4.3 Planejamento do inventário florestal preliminar (1 a 2,5%)

4.3.1 Marcar áreas no mapa bordas e limites da propriedade

4.3.2 Marcar no mapa áreas não-produtivas

4.3.3 Marcar no mapa estradas, caminhos, rios navegáveis, acampamentos e outras infra-struturas disponíveis

4.3.4 Marcar bordas e limites que já tenham sido implementados

4.3.5 Marcar áreas que já tenham sido exploradas

4.3.5.1 Mapa com as subdivisões da propriedade

4.3.6 Estimar tamanho das áreas produtivas a serem amostradas

4.3.7 Escolha da orientação das amostras segundo drenagem do terreno

4.3.7.1 Mapa: Orientação de unidades amostrais pela drenagem do terreno

4.3.8 Escolha do tamanho da amostragem

4.3.9 Escolha do desenho das amostras

4.3.9.1 Desenho de linhas amostrais para inventário preliminar

4.3.10 Escolha da localização das amostras

4.3.11 Escolha do método amostral e da forma de realização do trabalho de campo

4.3.11.1 Método de inventário com parcelas de tamanho variável

4.3.12 Determinar orçamento, pessoal e cronograma para realização do inventário

4.4 Acordar com organismo fiscalizador/responsável a metodologia

4.5 Treinamento do pessoal para realizar a tarefa

4.5.1 Imagem: Treinamento para construção de linhas amostrais no Suriname

4.6 Implantação das parcelas em campo e medição

4.6.1 Corte das linhas limites

4.6.1.1 Marco em linha amostral

4.6.2 Enumeração dos blocos

4.6.2.1 Mapa com blocos demarcados e enumerados

4.6.3 Determinação dos atributos a serem coletados em campo

4.6.3.1 Imagem:Identificação, medição de DAP e altura, e anotação de campo

4.7 Verificação dos dados coletados e implementação de adaptações necessárias

4.8 Processamento dos dados

4.8.1 Quadro: Planilha com dados de campo de inventário florestal preliminar

4.9 Cálculo dos volumes de colheita baseados em estimativas de crescimento

4.9.1 Quadro: Incrementos médios e volumes por ocasião da exploração – espécies adeiráveis

4.10 Fixar parâmetros silviculturais do Plano de Manejo Florestal Sustentado (rotação, spécies, diâmetro máximo)

4.11 Elaboração de um Plano de Manejo Florestal Sustentado para toda a área baseado nos dados do inventário florestal preliminar (longo termo – de 10 até 200 anos)

4.11.1 Dados do empreendimento

4.11.2 Dados da área (topografia, geologia, geomorfologia, solo e clima)

4.11.3 Estimativas dos estoques florestais e tipos de vegetação (alta, intermediária, campos etc.)

4.11.3.1 Quadro: tipologia florestal e área basal por ha

4.11.4 Estimativa de estoques de produtos florestais não-madeiráveis

4.11.4.1 Quadro: inventário de PFNM

4.11.4.2 Quadro: Inventário de fauna

4.11.5 Histórico de usos da terra na área e região

4.11.6 Sistema de colheita a ser utilizado

4.11.7 Definição das operações e volumes a serem explorados por tipologia florestal

4.11.7.1 Gráfico: Volumes a serem explorados e incrementos anuais médios estimados

4.11.8 Cronograma, orçamento e quantificação das operações de campo (pessoal e maquinário)

4.11.9 Planejamento e seleção das árvores a serem colhidas: – árvores de futuro; árvores-alvo; matrizes etc

4.11.10 Determinar volumes a serem explorados anualmente em cada unidade segundo o ciclo de regeneração e/ou crescimento

4.11.10.1Quadro: Volumes por ha para colheita florestal

4.11.11 Estabelecer métodos de monitoramento da produção e do plano de manejo

4.11.12 Planejar a organização das tarefas e distribuição do pessoal, equipamentos, acessórios e maquinários necessários

4.11.12.1 Quadro: atividades, pessoal e produtividade das operações de colheita florestal

4.11.12.2 Quadro: EPI segundo ILO Código prático de segurança e saúde no trabalho florestal

4.11.13 Levantar aspectos sociais – impactos – da operação e do empreendimento

4.12 Planejamento do inventário pré-colheita (100%)

4.12.1 Modelo esquemático de um bloco para inventário pré-colheita de 100ha

4.13 Realização do inventário pré-colheita

4.13.1 Marcar linhas de limites dos blocos

4.13.2 Imagem: Demarcação dos limites dos blocos

4.13.3 Mapa: Blocos demarcados em área de exploração

4.13.4 Marcar e numerar piquetes – numerar blocos

4.13.5 Marcar atribuições do terreno

4.13.5.1 Figura: atribuições do terreno

4.13.6 Acessar, medir e determinar a posição das árvores (madeiráveis e não-madeiráveis)

4.13.6.1 Figura: Inventário pré-colheita

4.13.6.2 Forma de condução do inventário ao longo do bloco de 100ha

4.13.6.3 Mapa de campo com árvores posicionadas

4.14 Elaboração de um Plano de Manejo Florestal Sustentado para a exploração das áreas inventariadas (médio termo – de 2 até 10 anos)

4.15 Elaboração de um Plano de Manejo Florestal Sustentado para a exploração anual (curto termo – até 2 anos)

4.16 Escolha, design e delimitação das estradas e caminhos florestais nos mapas com dados coletados em campo

4.16.1 Imagem: Escolha, delimitação e design de estradas e caminhos florestais

4.17 Demarcação e ajustes da localização das estradas e caminhos florestais, bem como das áreas a serem excluídas do manejo, em campo

4.17.1 Imagem: caminho florestal demarcado por fita (entrada em vermelho)

4.18 Ajustar o mapa com as adequações feitas em campo

4.19 Preparar a abertura das estradas e caminhos florestais

4.19.1 Cortar árvores caídas e retirar objetos que possam atrasar a realização da próxima operação

4.19.1.1 Imagem: Operador de motosserra e manobrista retirando grandes obstáculos das estradas

4.19.2 Cortar lianas e galhos grossos

4.19.3 Fazer preparações para cruzar córregos e rios, se for o caso

4.20 Abrir estradas e caminhos florestais

4.20.1 Imagem: Esteira abrindo caminho florestal

4.21 Realizar o corte direcionado de árvores

4.21.1 Identificação em campo do indivíduo inventariado (número e coordenadas)

4.21.1.1 Imagem: Árvore come rcial a ser explorada

4.21.1.2 Imagem: identificação de árvore inventariada em campo

4.21.2 Checar qualidade do tronco e formação/posição da copa

4.21.2.1 Imagem: checagem de tronco e formação de copa

4.21.3 Limpar a base do tronco

4.21.3.1 Imagem: Limpeza da base do tronco

4.21.4 Escolher a direção da queda

4.21.5 Imagem: escolha da direção de queda

4.21.6 Marcar árvores de potencial futuro a serem evitadas na queda

4.21.7 Imagem: marcar árvores de potencial para colheita futura

4.21.8 Escolha da rota de fuga

4.21.9 Imagem: escolha da rota de fuga

4.21.10 Limpeza da rota de fuga

4.21.11 Imagem: limpeza da rota de fuga

4.21.12 Primeiro corte

4.21.13 Imagem: primeiro corte

4.21.14 Segundo corte

4.21.14.1Imagem: segundo corte

4.21.14.2Imagem: aspecto do tronco com os dois primeiros cortes finalizados

4.21.15 Checar posicionamento do corte final

4.21.15.1Imagem: checando posicionamento para corte final

4.21.16 Preparar local para colocar as quinas

4.21.16.1Imagem: corte para afixação das quilhas de direcionamento da queda

4.21.17 Medida de segurança: retirar todo pessoal de um raio de até 2 vezes a altura total da árvore do local

4.21.17.1Figura: perímetro de segurança para corte de árvore

4.21.18 Corte final

4.21.18.1Imagem: corte final

4.21.19 Medição e coleta dos dados

4.21.19.1Imagem: tomada das medidas do tronco

4.21.20 Corte do tronco nas medidas pré-determinadas

4.21.20.1Imagem: corte das toras em medidas industriais

4.22 Escolher número e localização das áreas de depósito de toras

4.23 Demarcar no mapa as áreas de depósito de toras

4.24 Construir as áreas de depósito de toras

4.24.1 Figura: Construção de pátio de toras

4.24.2 Imagem: construção de área para depósito de toras

4.25 Guinchar as toras para as áreas de depósito

4.25.1 Imagem: guinchamento de toras para as áreas de depósito

4.25.2 Figura: Movimentação de tora através de obstáculo com uso de árvore-polia

4.26 Carregar as toras para transporte até a serraria

4.26.1 Imagem: carregamento de toras para a serraria

4.27 Monitoramento de todas as operações

4.27.1 Atividades do pessoal (horas trabalhadas, problemas de saúde, reclamações, sugestões etc.)

4.27.2 Tabela: Modelo de planilha para coleta de dados sobre performance das atividades de manejo

4.27.3 Volume de corte diário

4.27.3.1 Tabela: modelo de planilha para controle de volume diário de abate de árvores

4.27.4 Volume diário de extraçãopara os pátios de toras

4.27.4.1 Tabela: Modelo de planilha para monitoramento de arraste de toras

4.27.5 Volume diário de transporte, para a serraria

4.27.5.1 Tabela: modelo de planilha de monitoramento de transporte de toras

4.27.6 Encontros com fauna e/ou caça e pesca nas áreas

4.27.7 Tabela: modelo de planilha para coleta de dados de fauna

4.28 Inventário preliminar pós-colheita para verificar necessidades de tratamentos nos blocos e nas árvores

4.29 Tratamentos silviculturais e obras necessárias

4.30 Implementar blocos permanentes para acessar taxas de crescimento

4.31 Implementar medidas necessárias para dificultar o acesso às áreas produtivas por indivíduos alheios à condução do Manejo Florestal Sustentado

4.32 Relatório pós-colheita com os dados levantados em campo

4.33 Instalar blocos permanentes para pesquisa de tratamentos silviculturais

4.34 Escolher tratamentos silviculturais a serem estudados

4.34.1 Imagem: Árvore de potencial comercial liberada por tratamento silvicultural

4.35 Treinar pessoal para implantar blocos de pesquisa

4.36 Implementar tratamentos silviculturais nos blocos

4.36.1 Imagem: linhas que delimitam bloco de pesquisa

4.36.2 Imagem: demarcação dos cantos das parcelas de pesquisa

4.37 Medir produção dos tratamentos (lenha, PFNM etc.)

4.37.1 Imagem: produção de madeira para energia em bloco de pesquisa

4.37.2 Imagem: produção madeireira de blocos de pesquisa

4.37.3 Imagem: produção de PFNM no bloco de pesquisa

4.38 Monitorar anualmente a evolução da produção eda vegetação

4.39 Relatórios anuais do comportamento dos blocos

4.40 Introduzir descobertas das pesquisas nas operações regulares de colheita florestal

5 GUIA DE MELHORES PRÁTICAS PARA A EMPRESA EXPLORANDO FLORESTAS NATIVAS

5.1 Introdução

5.1.1 Histórico e presente da empresa

5.1.2 Objetivos do código

5.1.3 Materiais e métodos

5.1.4 Implementação

5.1.5 Monitoramentos

5.2 Planejamento

5.2.1 Fluxograma: ciclo de planejamento florestal

5.2.2 Plano estratégico, tático e operacional

5.2.3 Zoneamento das UM

5.2.4 Incrementos médios anuais e volumes de exploração

5.2.5 Planejamento da colheita florestal

Quadro: Parâmetros do Ibama para manejo sustentado de florestas tropicais nativas

Quadro de documentos necessários ao PMFS empresarial

5.3 Áreas de conserva ção e preservação

5.3.1 Áreas de pr oteção integral

5.3.2 Áreas de sensibilidade

5.3.3 Cursos e corpos d’água

5.3.4 Áreas de am ortecimento

5.3.5 Planos de manejo para áreas de conservação e preservação

5.4 Monitoramento de doenças e pragas

5.4.1 Plano de monitoramento

5.4.2 Infra-estrutura de monitoramento

5.4.3 Técnicas para isolamento, identificação e controle de pragas e doenças

5.4.3.1 Quadro: seqüência para identificação de fitopatogeno

5.5 Parâmetros construtivos para operações de colheita

5.5.1 Estradas e caminhos florestais

5.5.1.1 Classificação

5.5.1.2 Localização

5.5.1.2.1 Figura: Planta do eixo da estrada com “greide”

5.5.1.3 Construção

5.5.1.3.1 Foto: abertura de estradas

5.5.1.3.2 Figura: corte de terreno para implantação de estrada ou caminho florestal

5.5.1.3.3 Quadro: classes de estrada e inclinações

5.5.1.3.4 Quadro: Classes de estrada e largura máxima para dois tipos de solo

5.5.1.3.5 Quadro: classes de estrada, velocidade e raio de visibilidade.

5.5.2 Drenagem

5.5.2.1 Geral

5.5.2.2 Métodos

5.5.2.3 Requerimentos adicionais

5.5.2.4 Espaçamento entre áreas de drenagem

5.5.2.4.1 Quadro: gradiente da estrada e espaçamento entre os drenos

5.5.2.5 Fluxo de drenos

5.5.2.5.1 Figura: Descida d’água em degraus e bueiro

5.5.3 Manutenção de estradas e caminhos

5.5.3.1 Imagem: Estrada secundária com manutenção adequada

5.5.4 Pontes e bueiros

5.5.4.1 Quadro: tipos de cruzamento

5.5.4.1 Figura: Ponte em estrada secundária

5.5.4.2 Figura: Bueiro construído em estradasecundária

5.5.5 Depósitos de toras

5.5.6 Áreas de emprestimo

5.5.6.1 Figura: área de emprestimo

5.6 Operações de colheita florestal

5.6.1 Sinalização das árvores

5.6.1.1 Figura: árvores marcadas para o abate, e matrizes.

5.6.2 Construção de caminhos de arraste

5.6.2.1 Quadro: Classes de caminhos de arraste florestal

5.6.3 Corte/abate de árvores

5.6.4 Dimensionamento de toras

5.6.4.1 Figura: gancho afixado em tora

5.6.5 Arraste de toras

5.6.5.1 Figura: Equipamento de guinchamento acoplado a skidder

5.6.6 Armazenagem de toras

5.6.7 Carregamento, transporte e descarregamento de toras em caminhões florestais

5.6.8 Limitações climáticas

5.7 Atividades pós-exploratórias

5.7.1 Fechamento das UM

5.7.1.1 Figura: Bloqueio de UM após a exploração florestal

5.7.2 Estradas e caminhos florestais

5.7.3 Depósitos de toras

5.7.4 Caminhos de arraste de toras

5.7.4.1 Quadro: Declividade do terreno e espaçamento dos drenos em caminhos de arraste

5.7.5 Áreas de emprestimo

5.7.6 Acampamento

5.8 Higiene nas operações

5.8.1 Material e infra-estrutura do acampamento

5.8.2 Manutenção e serviços de campo

5.8.3 Manuseio e armazenagem de combustível, lubrificantes e compostos químicos

5.8.4 Manejo de resíduos

5.9 Higiene no acampamento

5.9.1 Planta do acampamento

5.9.2 Planta de acampamento florestal

5.9.3 Acampamento com destaque para caixa d’água e depósitos de lixo

5.9.4 Suprimento de água e esgoto

5.9.5 Descarte de lixo e resíduos

5.9.6 Depósitos de água

5.9.7 Infra-estrutura acessória

5.10 Segurança e saúde

5.10.1 Geral

5.10.2 Resgate emergencial

5.10.3 Corte/abate de árvores

5.10.4 Maquinário/equipamento pesado

5.10.5 Quadro: Equipamento de Proteção Individual para operadores de maquinário pesado

5.10.6 Veículos

5.10.7 Compostos químicos

5.10.8 Acampamento e assistentes de campo

5.10.9 Prevenção para incêndios

5.11 Aspectos sociais

5.11.1 Direitos e responsabilidades de uso da terra e das florestas

5.11.2 Relacionamento, direitos e responsabilidades entre comunidades locais e locais de trabalho florestal, empresa e empregados e contratados

5.11.3 Monitoramento

6 MÚLTIPLO USO DE FLORESTAS NATIVAS – PERSPECTIVAS

6.1 As funções da Floresta e seu múltiplo uso

6.2 A integração econômica dos múltiplos usos da floresta

6.2.1 Diagrama: modelo para o desenvolvimento de mercados para valorização das florestas nativas

6.3 Certificação de Florestas de Múltiplos Usos

6.4 A Promoção social e o Múltiplo Uso de florestas

6.5 Alternativas tecnológicas para promover o múltiplo uso das florestas

6.5.1 Tabela: Área Basal em Floresta do Suriname

6.5.2 Tabela: distribuição diamétrica

6.5.3 Tabela: Classe de diâmetro elevada e inferior

6.5.4 Gráfico: distribuição diamétrica

6.5.5 Tabela: número de árvores por classe diamétrica

6.5.6 Gráfico: número de árvores por classe diamétrica

6.5.7 Tabela: número de árvores por classe diamétrica

6.5.8 Gráfico: número de árvores por classe diamétrica

6.5.9 Tabela: número de árvores por classe diamétrica por hectare

6.5.10 Tabela: número de árvores por grupos de classe diamétrica

6.5.11 Gráfico: número de árvores por grupo de classe diamétrica

6.6 Proteção de Identidade Geográfica

6.6.1 Considerações Iniciais

6.6.2 Os Territórios Brasileiros

6.6.3 Denominação de Origem Geográfica no Brasil

6.6.3.1 Tabela: Quadro de exigências para obtenção de Indicação de Origem Geográfica

6.6.3.2 Tabela: Normas para registro de Indicação de Denominação de Origem Geográfica

6.6.4 Os Produtos Florestais e a Denominação de Origem Geográfica

7 CONCLUSÃO

8 REFERÊNCIAS

9 ANEXOS

9.1 Tabela: performance empresa perfil 1 para certificação

9.2 Tabela: performance empresa perfil 2 para certificação

9.3 Tabela: performance empresa perfil 3 para certificação