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Manual do Produtor de Leite

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Resumo

Esta obra foi escrita para estudantes, para os consultores de campo e, principalmente, para o PRODUTOR RURAL apaixonado pelo leite, que trabalha dia a dia na atividade, debaixo e sol e chuva, e que muitas vezes se encontra insatisfeito com a atividade.
Este livro reúne uma série de informações e recomendações técnicas, que visam o aumento da rentabilidade e da produtividade de fazendas produtoras de leite.

Manual do Produtor de Leite

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Aprenda técnicas eficazes e lucre com a atividade leiteira!

Produzir leite exige atenção, dedicação, cuidado, esforço e, acima de tudo, muita informação e conhecimento das tecnologias existentes.

Esta obra foi escrita para estudantes, para os consultores de campo e, principalmente, para o PRODUTOR RURAL apaixonado pelo leite, que trabalha dia a dia na atividade, debaixo e sol e chuva, e que muitas vezes se encontra insatisfeito com a atividade. 
Este livro reúne uma série de informações e recomendações técnicas, que visam o aumento da rentabilidade e da produtividade de fazendas produtoras de leite.

É o livro de cabeceira tanto para o produtor, como para o técnico, pois foi escrito com uma linguagem simples e objetiva. Contém várias informações sobre criação de bezerras, novilhas e vacas, manejo reprodutivo, sanitário, melhoramento genético e cruzamentos, manejo de pastagens, adubação e calagem, cálculo de capacidade de suporte, produção de leite a pasto, volumosos para bovinos de leite, cálculos de custo de produção, planejamento da atividade, manejo de ordenha, qualidade do leite, instalações, nutrição e formulação de ração para vacas leiteiras, além de várias planilhas de monitorização, informando o que monitorar, como monitorar e as respectivas recomendações técnicas para cada situação

Autor: João Gonsalves Neto. Zootecnista, possui Mestrado e Doutorado em Zootecnia e é consultor técnico nas áreas de bovinocultura de leite.

Editora: Aprenda Fácil Editora

Número de Páginas: 860

Impressão: Capa dura colorida, figuras e fotos coloridas e em preto e branco, tabelas. Formato do livro: 18x25cm.

ISBN: 978-85-62032-55-4

Ano: 2012

SUMÁRIO:

Apresentação 
CAPITULO 1. Produção de Leite no Brasil 
1.1. Sistema de Produção Brasileiro 
CAPITULO 2 - Tecnologias para Criação de Bezerras e Novilhas 
2.1. Cuidados com as Vacas Gestantes
2.2. Cuidado com os Bezerros Recém-Nascidos 
2.3. Aleitamento das Bezerras 
2.3.1. Aleitamento artificial
2.3.2. Aleitamento natural
2.4. Desmama 
2.5. Fornecimento de Volumoso
2.6. Fornecimento de Água 
2.7. Separação dos Bezerros em Lotes por Idade 
2.8. Piquetes para Bezerros 
2.9. Recria de Novilhas 
2.9.1. Puberdade e crescimento da glândula mamária 
2.9.2. Cobertura 
2.9.3. Ganho de peso 
2.9.4. Programa de alimentação de novilhas 
2.9.5. Primeira cobertura
2.9.6. Manejo de novilhas gestantes
2.9.7. Parto
2.10. Cria e Recria de Animais da Raça Gir Leiteiro 
2.11. Tourinhos de 10 a 14 Meses de Idade 
2.12. Escrituração Zootécnica 
2.13. Controle Ponderal
2.14. Importância de Acompanhar o Crescimento e o Desenvolvimento das Bezerras e Novilhas
2.15. Divisão em Lotes
2.15.1. Sugestão de divisão das bezerras em 5 lotes
2.16. Descarte de Novilhas 
2.17. Manejo Sanitário de Bezerras e Novilhas
2.18. O Custo de Recriar Novilhas 
CAPITULO 3 - Manejo Reprodutivo de Bovinos Leiteiros 
3.1. Processos de Reprodução 
3.1.1. Monta natural
3.1.2. Monta natural controlada
3.1.3. Inseminação artificial
3.2. Recomendações Técnicas para o Controle de Doenças Reprodutivas 
3.2.1. Controle da brucelose 
3.2.2. Controle da leptospirose 
3.2.3. Controle da rinotraqueíte infecciosa dos bovinos e da diarreia bovino a vírus
3.3. Manejo Reprodutivo em Gado Leiteiro
3.3.1. Identificação dos animais 
3.3.2. Implantação do programa reprodutivo na propriedade
3.3.3. Avaliação do escore corporal
3.3.4. Índices reprodutivos
3.3.5. Importância econômica dos índices reprodutivos 
3.4. Manejo de Vacas para Aumentar os Índices de Fertilidade 
3.4.1. Manejo de vacas secas 
3.4.2. Manejo de vacas ao parto 
3.4.3. Manejo de vacas com retenção de placenta
3.5. Manejo de Vacas em Lactação
3.6. Avaliação da Condição Corporal das Vacas 
3.6.1. Escore corporal e reprodução
CAPITULO 4 - Melhoramento Genético de Bovinos Leiteiros 
4.1. Seleção de Vacas para Produção de Leite
4.1.1. Herdabilidade
4.1.2. Repetibilidade
4.1.3. Correlação genética 
4.1.4. Descarte técnico de vacas 
4.1.4.1. Critérios de descarte de vacas leiteiras 
4.2. Descarte de Novilhas 
4.3. Seleção de Vacas 
4.3.1. Cálculo da capacidade mais provável de produção (CMPP)
4.4. Características de Tipo em Bovinos de Leite 
4.4.1. Tipo como indicador de produção 
4.4.2. Descrição de características de tipo
4.4.3.1. Força leiteira (22%)
4.4.3.2. Garupa (10%)
4.4.3.3. Pernas e pés (26%)
4.4.3.4. Sistema mamário (42%)
4.4.3.5. Classificação final 
4.4.3. Aparência da estrutura de uma vaca leiteira
4.4.4. Sistema de classificação linear 
4.4.5. Escore linear 
4.4.6. Exterior de uma vaca leiteira 
4.4.7. Avaliação de uma vaca leiteira 
4.4.8. Descrição de características lineares 
4.5. Interpretação de Catálogos de Touros Europeus para Produção de Leite 
4.5.1. Entendendo as provas 
4.5.2. Entendendo as informações presentes no catálogo 
4.6. Interpretação de Catálogos de Touros Zebuínos para Produção de Leite 
4.6.1. Entendendo as provas e índices 
4.6.1.1. O que avaliar no catálogo de sêmen para escolha de touros
4.7. Seleção de Vacas - Os Cinco Passos para a Rentabilidade na Produção Leiteira
4.7.1. Durabilidade 
4.7.2. Sanidade de úbere e fertilidade 
4.7.3. Produção de leite e de sólidos (gordura e proteína) 
4.7.4. Tipo funcional 
4.7.5. Confiabilidade
4.8. Melhoramento Genético de Bovinos de Leite pelo Teste de Progênie 
4.8.1. Fatores que podem interferir na precisão de uma prova ou na avaliação genética 
4.8.2. Estágios do teste de progênie 
4.9. Endogamia ou Consanguinidade em Bovinos Leiteiros 
4.9.1. Causas da consanguinidade 
4.9.2. Tipos de consanguinidade 
4.9.3. Vantagens da consanguinidade
4.9.4. Desvantagens da consanguinidade
4.9.5. Perdas por consanguinidade em bovinos de leite
4.9.6. Como controlar a consanguinidade 
4.10. Raças e Cruzamentos em Gado de Leite
4.10.1. Genética para produção de leite 
4.10.2. Raças Zebuínas para produção de leite 
4.10.3. Raças Europeias especializadas 
4.10.4. Raça Girolando
4.10.5. Cruzamentos em bovinos leiteiros
4.10.5.1. Objetivos do cruzamento 
4.10.5.2. Tipos de cruzamentos em gado de leite 
4.10.6. Importância do sistema de produção na escolha da raça ou do cruzamento 
4.10.7. Escolha do grupo genético adaptado ao sistema de produção 
CAPITULO 5 - Manejo Sanitário de Bovinos de Leite
5.1. Prevenção de Doenças
5.2. Principais Enfermidades em Bovinos de Leite 
5.2.1. Mastite
5.2.1.1. Padrões para CCS 
5.2.1.2. Importância econômica
5.2.1.3. Monitoramento e tratamento da mastite
5.2.1.3.1. Tratamento de vacas no período seco 
5.2.1.3.2. Cuidados com ambiente 
5.2.1.3.3. Tratamento da mastite 
5.2.2. Brucelose 
5.2.2.1. Certificação de propriedades 
5.2.3. Tuberculose
5.2.4. Leptospirose bovina 
5.2.5. Raiva 
5.2.6. Febre aftosa 
5.2.7. Papilomatose
5.2.8. Cetose 
5.2.9. Febre do leite
5.2.10. Encefalopatia espongiforme bovina
5.2.11. Fotossensibilização (requeima)
5.2.12. Clostridioses 
5.2.13. Principais doenças de bezerros
5.3. Controle de Endo e Ectoparasitas em Rebanhos Leiteiros 
5.3.1. Controle de verminose em bovinos de leite
5.3.2. Ectoparasitas em bovinos de leite
5.3.2.1. Controle de carrapato em bovinos de leite
5.3.2.2. Berne 
5.3.2.3. Mosca-do-chifre
CAPITULO 6 - Manejo da Ordenha
6.1. Secreção e Ejeção do Leite 
6.2. Manejo de Ordenha 
6.3. Ordenha Manual 
6.4. Ordenha Mecânica 
6.5. Limpeza do Equipamento de Ordenha Mecânica
6.6. Limpeza do Tanque de Expansão
CAPITULO 7 - Como Melhorar a Qualidade do Leite
7.1. Ordenha Higiênica 
7.2. Refrigeração Adequada do Leite 
7.3. Transporte do Leite 
7.4. Análise do Leite 
7.4.1. Limites de contaminação bacteriana 
7.4.2. Limites da contagem de células somáticas (CSS) 
7.4.3. Análise da composição do leite 
7.5. Evitar a Contaminação do Leite por Medicamentos Veterinários
7.6. Controle de Qualidade Feito pela Indústria 
7.7. Pagamento por Qualidade (contagem bacteriana total - CBT)
7.8. Pagamento por Qualidade (contagem de célula somáticas - CCS)
7.9. Procedimentos na Prevenção da Mastite
CAPITULO 8 - Instalações para Bovinos de Leite
8.1. Sistema de Ordenha 
8.1.1. Balde ao pé 
8.1.2. Balde ao pé móvel 
8.1.3. Sistemas de ordenha com leite canalizado
8.1.3.1. Sistemas canalizados - linha alta
8.1.3.2. Sistemas canalizados - linha média
8.1.3.3. Sistemas canalizados - linha baixa
8.2. Tipos de Salas de Ordenha 
8.2.1. Modelo Tandem ou Portão
8.2.2. Modelo Fila Indiana ou de Passagem 
8.2.3. Modelo Paralela 
8.2.4. Modelo Espinha de Peixe 
8.2.5. Modelo Rotatória ou Carrossel 
8.3. Importância do Fosso no Processo de Ordenha 
8.4. Como Decidir pelo Tamanho do Equipamento 
8.4.1. Definição da duração de cada ordenha 
8.4.2. Definição do tamanho do equipamento
8.4.3. Exemplo de cálculo
8.5. Unidades Básicas do Sistema de Ordenha
8.5.1. Sistema de vácuo 
8.5.2. Bomba de vácuo 
8.5.3. Regulador de vácuo 
8.5.4. Vacuômetro 
8.5.5. Linha de vácuo
8.5.6. Pulsador 
8.5.7. Reservatório de vácuo
8.5.8. Unidade de ordenha 
8.5.9. Teteira
8.5.10. Nível de vácuo 
8.6. Manutenção de Equipamentos 
8.6.1. Troca de teteiras 
8.6.2. Troca das mangueiras em contato com o leite 
8.6.3. Troca das mangueiras de vácuo 
8.7. Limpeza do Equipamento de Ordenha (procedimentos)
8.8. Viabilidade Econômica da Implantação de Sistemas de Ordenha Mecânica 
8.9. Sala de Leite
8.10. Escritório 
8.11. Depósito 
8.12. Curral de Espera 
8.13. Banheiro e Vestuário 
8.14. Sistema de Manejo de Dejetos
8.14.1. Esterqueira 
8.14.2. Chorumeira 
8.15. Bebedouros 
8.16. Cocho de Minerais 
8.17. Cocho de Volumoso 
CAPITULO 9 - Manejo de Pastagens
9.1. Espécies Forrageiras de Gramíneas 
9.1.1. Gênero Brachiaria
9.1.1.1. Brachiaria decumbens cv. Brasilisk 
9.1.1.2. Brachiaria brizantha cv. Marandu
9.1.1.3. Brachiaria brizantha cv Xaraés 
9.1.1.4. Brachiaria brizantha cv Toledo 
9.1.1.5. Brachiaria brizantha cv BRS Piatã 
9.1.1.6. Brachiaria brizantha cv MG4
9.1.1.7. Brachiaria Brizantha cv MG5
9.1.1.8. Brachiaria humidicola 
9.1.1.9. Brachiaria hibrida - Mulato
9.1.1.10. Brachiaria hibrida - Mulato II
9.1.1.11. Brachiaria ruziziensis 
9.1.1.12. Brachiaria mutica - capim angola, bengo 
9.1.1.12. Brachiaria mutica - capim angola, bengo 
9.1.2. Gênero Panicum 
9.1.2.1. Panicum maximum cv Tanzânia 
9.1.2.2. Panicum maximum cv Mombaça 
9.1.2.3. Panicum maximum cv Massai 
9.1.2.4. Panicum maximum cv Massai - Vantagens em relação a outros panicuns
9.1.2.5. Panicum maximum cv Aruana 
9.1.3. Gênero Cynodon 
9.1.4. Gênero Pennisetum 
9.1.4.1. Pennisetum purpureum - Capim Elefante 
9.1.4.2. Pennisetum purpureum - Capim Elefante cv Paraíso Matsuda 
9.1.5. Gênero Digitaria
9.1.5.1. Digitaria decumbens cv Pangola
9.1.6. Capim Setária 
CAPÍTULO 10 - Espécies Forrageiras de Leguminosas 
10.1. Vantagens da Consorciação de Gramíneas com Leguminosas
10.2. Ciclo do N em Pastagens Consorciadas 
10.3. Persistência de Leguminosas em Pastagens Consorciadas
10.4. Principais Leguminosas para Consorciação com Gramíneas
10.4.1. Estilosantes Campo Grande (Stylosanthes capitata x S. macrocephala)
10.4.2. Stylosanthes guianensis cv. Mineirão
10.4.3. Alfafa - Medicago sativa 
10.4.4. Puerária - Pueraria phaseoloides
10.4.5. Mucuna preta - Mucuna pruriens 
10.4.6. Crotalária - Crotalaria juncea 
10.4.7. Soja perene - Neonotia wightii 
10.4.8. Leucena - Leucaena leucocephala 
10.4.9. LAB-LAB 
10.4.10. Calapogônio
10.4.11. Guandu - Cajanus cajan
10.5. Formação de Bancos de proteína
10.5.1. Formação de banco de proteína com Leucena - Leucaena leucocephala 
CAPÍTULO 11 - Cactáceas 
11.1. Uso da Palma Forrageira na Alimentação de Vacas Leiteiras
Capítulo 12 - Formação de Pastagens 
12.1. Passos para Formação de Pastagens 
12.1.1. Amostragem de solo 
12.1.2. Preparo do solo 
12.1.3. Calagem
12.1.4. Adubação de formação (fosfatagem)
12.1.5. Adubação de cobertura 
12.1.6. Compra de sementes
12.1.7. Época da semeadura 
12.1.8. Profundidade de plantio ou semeadura 
12.1.9. Métodos de semeadura 
12.1.10. Manejo de formação 
12.2. Cálculo da taxa de semeadura
12.3. Plantio de forrageiras via vegetativa (através de mudas)
12.3.1. Plantio de forrageiras dos gêneros Cynodon spp (coast-cross, estrela e tifts) e Digitaria sp (transvala e pangola)
12.3.2. Plantio de forrageiras da espécie Pennisetum purpureum (capim elefante) 
CAPÍTULO 13 - Manejo de Pastagens
13.1. Por Que Manejar o Pasto Baseado na Altura de Entrada?
13.2. Como Deve Ser Feito o Manejo pela Altura de Entrada na Propriedade?
13.3. Conceitos Importantes no Manejo de Pastagens
13.3.1. Período de ocupação 
13.3.2. Período de descanso 
13.1.3. Resíduo pós-pastejo 
13.1.4. Altura de saída 
13.4. Tipos de Manejo de Pastagens
13.4.1. Pastejo contínuo
13.4.2. Pastejo rotacionado 
13.5. Produção de Leite à Pasto Utilizando Gramíneas Tropicais 
13.5.1. Potencial das gramíneas tropicais 
13.5.2. Suplementação de vacas mantidas a pasto com alimentos concentrado 
13.5.3. Resposta a suplementação concentrada 
13.5.4. Viabilidade da suplementação concentrada
13.5.5. Melhor momento para suplementar as vacas em lactação com concentrado
13.5.6. Benefícios da suplementação concentrada
13.5.7. Manejo de gramíneas tropicais 
13.5.8. Manejo de gramíneas tropicais e produção de leite a pasto
13.5.9. Produção de leite x qualidade da forragem 
CAPÍTULO 14 - Calagem e Adubação de Pastagens 
14.1. Calagem 
14.1.1. Benefícios da calagem
14.1.2. Solos ácidos 
14.1.3. Origem da acidez do solo 
14.1.4. Fatores que levam a acidificação do solo
14.1.5. Capacidade de troca catiônica (CTC)
14.1.6. Toxidez de H+, Mn+2, Al+3
14.1.7. Calagem em cobertura em pastagens já implantadas
14.1.8. Calagem em cobertura + gessagem 
14.1.9. Correção da acidez no subsolo - uso do gesso 
14.1.10. Calagem na formação de pastagens
14.1.11. Tipos de calcário 
14.1.12. Eficiência da calagem depende de vários fatores
14.1.13. Silicato de cálcio e magnésio 
14.1.14. Cálculo de calagem
14.2. Adubação de Pastagens 
14.2.1. Adubação de pastagem - fosfatagem 
14.2.1.1. Fosfatagem na formação de pastagem por sementes 
14.2.1.2. Fosfatagem na formação de pastagens por mudas 
14.2.1.3. Reposição de fósforo
14.2.1.4. Recomendações de aplicação de P 
14.2.1.5. Fosfatagem em cobertura em pastagens já formadas 
14.2.1.6. Fontes de fósforo 
14.2.2. Adubação de pastagem - potassagem 
14.2.2.1. Situações que aumentam a lixiviação do K+
14.2.2.2. Situações que diminuem a lixiviação do K+
14.2.2.3. Funções do K+
14.2.2.4. Cálculos para recomendação de adubação K+ 
14.2.2.5. Reciclagem do K no solo 
14.2.2.6. Épocas e formas de aplicação de Potássio 
14.2.2.7. Adubação de reposição 
14.2.2.8. Fontes de Potássio 
14.2.3. Adubação de pastagem - adubação nitrogenada 
14.2.3.1. Recomendação para adubação nitrogenada
14.2.3.2. Resposta a adubação nitrogenada
14.2.3.3. Eficiência de conversão de N em MS
14.2.3.4. Eficiência da adubação nitrogenada 
14.2.3.5. Adubações nitrogenada através da consorciação com leguminosas 
14.2.4. Enxofre 
14.2.4.1. Reposição de enxofre 
14.2.5. Microelementos (Boro, Cobre, Zinco, Mn, etc..) 
14.2.5.1. Reposição de microelementos (Boro, Cobre, Zinco, Mn, etc..) 
14.2.6. Reposição de cálcio e magnésio
14.3. Qual Pasto Deve Ter Prioridade na Adubação? 
14.4. Viabilidade Econômica da Adubação de Pastagens para Bovinos de Leite
CAPÍTULO 15 - Cálculos de Calagem e Adubação de Pastagens
15.1. Itens Presentes em uma Anáise de Solo
15.2. Base dos Cálculos para Calagem (método de saturação por base) e Adubação 
15.3. Recomendações para Fosfatagem em Pastagens
15.4. Recomendações para Adubação com Micronutrientes em Pastagens:
(B, Cu, Fe, Mn, Mo,Zn)
15.5. Recomendações para Adubação Potássica em Pastagens
15.6. Recomendações para Adubação Nitrogenada em Pastagens
15.7. Sequência Lógica dos Passos para Adubação
15.8. Qual Pasto Devemos Adubar Primeiro
15.9. Sequência da Adubação de Pastagens em Processo de Recuperação
15.10. Recomendação Técnica: Calagem e Gessagem 
15.11. Estudo de Caso 1
15.12. Estudo de Caso 2
15.13. Exemplo de Cálculos de Calagem e Adubação
15.13.1. Amostra n°1
15.13.2. Amostra n°2
15.14. Regulagem dos Distribuidores de Calcário 
CAPÍTULO 16- Cálculo da Capacidade de Suporte da Pastagem
16.1. Estudo de Caso 1 
16.2. Estudo de Caso 2 
CAPÍTULO 17- Recuperação de Pastagens Degradadas 
17.1. Causas da Degradação de Pastagens
17.2. Estágios de Degradação
17.3. Estratégia de Recuperação
17.4. Passos para Recuperação
17.5. Como Evitar a Degradação
17.6. Calagem e Adubação Superficial 
CAPÍTULO 18 - Plantas Tóxicas de Interesse Pecuário 
18.1. Cafezinho - Palicourea marcgravii St. Hil.
18.2. Timbó - Mascagnia rígida (Juss.) gris
18.3. Mamona - Ricinus communis L. 
18.4. Brachiaria decumbens
18.5. Outras Plantas que Causam Fotossensibilização 
18.5.1. Lantana camara 
18.5.2. Cestrum laevigatum Schiecht
18.6. Plantas que Afetam o Sistema Renal (nefrotóxicas)
18.6.1. Vaqueta - Thiloa glaucocarpa Eichl.
18.6.2. Samambaia- Pteridium aquilinum (L.) Kuhn
18.7. Plantas que Afetam Pele e Anexos 
18.7.1. Leucaena leucoceplhala
18.8. Outras Plantas Tóxicas 
18.8.1. Ipomoea fistulosa Mart.
18.8.2. Ipomoea asarifolia (Batatarana)
18.8.3. Senna occidentalis L. (Fedegoso) 
18.8.4. Prosopis juliflora (Algaroba) 
18.9. Tratamento de Intoxicações por Plantas
CAPÍTULO 19 - Controle de Plantas Invasoras em Pastagens 
19.1. Controle Cultural
19.2. Controle Físico
19.2.1. Roçada manual (com foices)
19.2.2. Capina manual (enxada e enxadão)
19.2.3. Queima - uso do fogo 
19.3. Controle Mecânico
19.3.1. Gradagem
19.3.2. Aração 
19.3.3. Correntão e link 
19.3.4. Roçadeiras 
19.3.5. Rolo-faca 
19.3.6. Triângulo
19.3.7. Mata broto 
19.3.8. Sucesso do controle mecânico 
19.4. Controle Químico 
19.4.1. Uso de herbicidas
19.4.2. Classificação dos herbicidas segundo o modo de ação
19.4.3. Herbicidas podem ser divididos em dois grupos
19.4.4. Métodos de aplicação de herbicidas em pastagens 
19.4.5. Herbicidas para pastagens
19.4.5.1. Tordon 
19.4.5.2. Padron 
CAPÍTULO 20 - Controle de Cigarrinhas das Pastagens 
20.1. Ciclo Biológico
20.2. Controle Integrado de Cigarrinhas
20.3. Medidas de Auxílio no Controle de Cigarrinhas
20.4. Danos Causados a Pastagem pelas Cigarrinhas
CAPITULO 21 - Volumosos para Bovinos de Leite 
21.1. Fenação 
21.1.1. Forragens que podem ser fenadas
21.1.2. Campo de feno
21.1.3. Formação de campo de feno
21.1.4. Etapas da fenação (manual ou mecânico) 
21.1.4.1. Cortar a forragem 
21.1.4.2. Desidratar a forragem 
21.1.4.3. Enleirar o material
21.1.4.4. Observar o ponto de feno
21.1.4.5. Enfardar e armazenar
21.2. Silagem 
21.2.1. Tipos de silos 
21.2.1.1. Silo trincheira
21.2.1.2. Silo superfície 
21.2.1.3. Silo bag ou tubo
21.2.1.4. Silo aéreo 
21.2.2. Processo de ensilagem 
21.2.2.1. Melhores forrageiras para ensilar 
21.2.2.2. Preparo da silagem
21.2.2.3. Uso de aditivos 
21.2.2.4. Abertura do silo 
21.2.2.5. Qualidade da silagem 
21.2.2.6. Fornecimento de silagem 
21.2.3. Cálculo de dimensionamento de silo trincheira 
21.2.3.1. Exemplo 1
21.2.3.2. Exemplo 2
21.2.3.3. Exemplo 3
21.2.3.3. Exemplo 4
21.3. Capineira de Capim-Elefante 
21.3.1. Passos para formação de uma capineira de capim elefante 
21.4. Cana-de-Açúcar 
21.4.1. Estabelecimento da cultura da cana-de-açúcar
21.5. Cana-de-Açúcar Corrigida com Ureia e Sulfato de Amônio
21.5.1. Processo para utilização
CAPITULO 22 - Nutrição e Fórmulação de Dietas para Vacas em Lactação 
22.1. Princípios de Nutrição de Bovinos de Leite 
22.1.1. Formação do estômago dos ruminantes 
22.1.2. Fermentação ruminal
22.1.3. Ruminação 
22.1.4. Produção de saliva 
22.1.5. Microbiologia ruminal 
22.1.6. Digestão microbiana no rúmen 
22.2. Metabolismo de Energia 
22.2.1. Carboidratos estruturais 
22.2.2. Efetividade de fibra
22.2.3. Metabolismo de carboidratos 
22.2.4. Metabolismo de lipídios 
22.2.5. Metabolismo ruminal de proteínas e compostos nitrogenados 
22.2.6. Degradação de proteínas no rumem
22.2.7. Degradação de amônia e utilização de ureia 
22.2.8. Síntese de proteína microbiana
22.3. Suplementação Mineral de Bovinos Leiteiros 
22.3.1. Suplemento mineral à vontade no cocho 
22.3.2. Consumo forçado de minerais
22.3.3. Suplementação mineral de vacas no pré-parto
22.3.4. Cuidados ao adquirir uma mistura mineral 
22.4. Suplementação Vitamínica 
22.5. Alimentos para bovinos de leite
22.5.1. Alimentos concentrados
22.5.2. Uso de subprodutos ou co-produtos na alimentação de vacas leiteiras 
22.5.2.1. Polpa cítrica peletizada
22.5.2.2. Casca de soja 
22.5.2.3. Farelo de trigo 
22.5.2.4. Glúten de milho
22.5.2.5. Farelo de glúten de milho
22.5.2.6. Caroço de algodão 
22.5.2.7. Cevada, resíduo de cervejaria 
22.5.2.7. Raspa de mandioca
22.6. Alimentação de Vacas em Lactação 
22.6.1. Ciclo de lactação
22.7. Alimentação de Vacas Secas
22.8. Período de Transição 
22.8.1. Minimizando o déficit energético 
22.8.2. Estratégias para aumentar o consumo no pré-parto
22.8.3. Aditivos utilizados no período de transição (três semanas antes do parto)
22.9. Exemplo Prático de Alimentação de Vacas Secas e em Lactação
22.10. Sugestão de manejo para vacas em lactação em pastejo rotativo 
22.11. Nutrição de Vacas Leiteiras Mantidas à Pasto 
22.11.1. Consumo de forragem por vacas leiteiras
22.11.2. Produção de leite à pasto 
22.12. Formulação de Ração para Vacas em Lactação
22.12.1. Cálculo de ração total para vacas em lactação 
22.13. Dicas Sobre como Fazer a Mistura do Concentrado no Misturador da Fazenda
22.14. Fornecimento de Ração Total 
22.15. Práticas de Alimentação para Aumentar o Conteúdo de Sólidos no Leite
22.16. Avaliação do Programa de Alimentação de Vacas Leiteiras
22.16.1. Ficha de avaliação 
22.16.2. Avaliação do programa de alimentação através do exame das fezes
22.17. Considerações Importantes a Serem Observadas em Programas de Alimentação 
22.18. Interpretação de Índices Nutricionais e de Manejo Alimentar 
22.19. Interpretação de Índices Produtivos e de Composição de Leite 
22.20. Como Escolher os Alimentos que Serão Utilizados na Fórmulação da Ração Concentrada
CAPITULO 23 - Determinação dos Custos de Produção de Leite e Análise de Rentabilidade
23.1. Componentes do Custo de Produção 
23.2. Depreciação
23.3. Remuneração da Terra 
23.4. Remuneração do Capital Investido 
23.5. Remuneração do Capital de Giro 
23.6. Remuneração do Empresário 
23.7. Estruturas de Custos de Produção
23.7.1. Custo total de produção 
23.7.2. Custo operacional de produção 
23.8. Instrumentos Utilizados para Determinação dos Custos de Produção 
23.8.1. Cadernetas de campo
23.9. Intensificação da Produção de Leite 
CAPITULO 24 - Planejamento da Atividade Leiteira 
24.1. Planejamento Estratégico
24.1.1. Roteiro para diagnóstico da propriedade (análise da empresa)
24.2. Planejamento Gerencial 
24.3. Planejamento Operacional
24.3.1. Planejamento operacional em fazendas leiteiras 
CAPITULO 25 - Planilhas para Monitorar o Rebanho Leiteiro
25.1. Como Preencher as Planilhas de Monitoração
25.2. Planilhas para Monitorar a Criação de Bezerras e Novilhas
25.2.1. Monitorar o manejo de bezerros e bezerras 
25.2.2. Monitorar o manejo de bezerros e bezerras (Sistema de aleitamento artificial)
25.2.3. Monitorar manejo de bezerros e bezerras (Aleitamento natural)
25.2.4. Monitorar no manejo de novilhas
25.3. Planilhas para Monitorar o Manejo de Vacas
25.3.1. Monitorar o manejo das vacas no pré-parto, parto e pós-parto
25.3.2. Monitorar o manejo e nutrição das vacas
25.4. Planilhas para Monitorar a Ordenha e a Higiene dos Equipamentos de Ordenha e Tanque de Expansão
25.4.1. Monitorar a ordenha 
25.4.2. Monitorar a limpeza da ordenha mecânica 
25.4.3. Monitorar a limpeza da ordenha mecânica balde ao pé
25.4.4. Monitorar a manutenção da ordenha mecânica 
25.4.5. Monitorar na limpeza do tanque de expansão 
25.5. Planilha para Monitorar o Melhoramento Genético e a Reprodução 
25.6. Planilhas para Monitorar o Manejo Sanitário 
25.6.1. Monitorar o manejo sanitário 
25.6.2. Monitorar o controle de mastite 
25.7. Planilhas para Monitorar o Manejo de Pastagens e a Suplementação com Cana-de-Açúcar e Ureia 
25.7.1. Monitorar o manejo de pastagens 
25.7.2. Monitorar o controle de ervas-daninhas 
25.7.3. Monitorar o manejo da suplementação com cana + ureia e sulfato de amônia 
25.7.4. Monitorar a formação do canavial

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