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Máquinas Agrícolas

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Disponível: Esgotado

R$72,00

Resumo

Este livro foi idealizado como uma tentativa para diminuir este problema e oferecer de uma forma condensada, as informações consideradas essenciais para os cursos de graduação já citados.

Cada capítulo apresenta em seu final um conjunto de exercícios, dos quais a metade inicial se destina principalmente a esses cursos. A metade final apresenta exercícios de nível mais elevado, os quais poderão ser utilizados em cursos de pós-graduação ao nível de mestrado. Desta forma este texto poderá ser também utilizado em alguns cursos de pós-graduação naquelas áreas.

Máquinas Agrícolas

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Descrição : A falta de um livro texto que trate das máquinas agrícolas em geral, tem sido sentida desde há muito tempo por professores e pesquisadores das áreas de Engenharia Agrícola, Agronomia e Engenharia Florestal. Até o presente momento esta necessidade tem sido suprida através de livros textos estrangeiros e revistas técnicas, os quais além de raros, são de difícil acesso aos estudantes dos cursos de graduação e aos possíveis interessados em máquinas agrícolas.

Este livro foi idealizado como uma tentativa para diminuir este problema e oferecer de uma forma condensada, as informações consideradas essenciais para os cursos de graduação já citados.

Cada capítulo apresenta em seu final um conjunto de exercícios, dos quais a metade inicial se destina principalmente a esses cursos. A metade final apresenta exercícios de nível mais elevado, os quais poderão ser utilizados em cursos de pós-graduação ao nível de mestrado. Desta forma este texto poderá ser também utilizado em alguns cursos de pós-graduação naquelas áreas.

 A seqüência de capítulos procura seguir a ordem em que as operações agrícolas são normalmente realizadas no campo. O Capítulo I procura formar um embasamento mínimo em dinâmica de solos agrícolas, para um melhor entendimento das relações solo-máquina que permitam obter um melhor desempenho das máquinas destinadas ao preparo do solo. O Capítulo II apresenta de maneira bem resumida, a maneira de se calcular os custos e otimizar os sistemas mecanizados, de forma a maximizar os retornos obtidos. Os demais capítulos tratam das máquinas agrícolas normalmente utilizadas no preparo inicial e periódico do solo: semeadura, cultivo mecânico, aplicação de defensivos agrícolas e colheita.

Como o tema é muito amplo não se tem a pretensão de ter esgotado o assunto e, desta forma, sugestões para possíveis modificações em alguns tópicos serão benvindas.

 

Autor: Luiz Antonio Balastreire

Ano: 2005

Número de Páginas: 310

Tamanho: 21,5 x 27,5 cm

Acabamento: Brochura

ISBN: 85-900627-1-6

 

CAPÍTULO 1 - DINÂMICA DO SOLO – 1

1. Características Mecânicas de Importância para as Relações Solo-Máquina – 1

1.1. Introdução – 1

1.2. Propriedades Dinâmicas do Solo – 1

1.2.1. Tensões no Solo e sua Distribuição – 1

1.2.2. Deformações no Solo e sua Distribuição – 4

1.2.3. Relações Tensão-Deformação – 5

1.2.4. Resistência do Solo – 5

1.2.5. Escoamento no Solo – 5

Cisalhamento – 6

Compressão – 7

Tração – 7

Fluxo Plástico – 8

1.2.6. Movimento do Solo como Corpo Rígido – 8

Atrito – 8

Adesão – 9

Abrasão – 10

Parâmetros compostos – 10

1.3. Determinação das Propriedades Dinâmicas – 10

Cisalhamento – 10

Tração – 13

Compressão – 14

Fluxo Plástico – 14

Atrito – 15

Adesão – 15

Parâmetros compostos – 16

Penetração – 16

Capacidade de Suporte – 18

Resistência Induzida – 19

 

2. Potencial do Solo para o Desenvolvimento do Esforço Tratório – 19

2.1. Introdução – 19

2.2. Hipóteses e Conceitos na Análise Dinâmica do Solo como Meio de Tração – 21

2.3. Reação Teórica do Solo sobre o Dispositivo de Tração – 22

2.4. Resistência Teórica ao Rolamento – 22

2.5. Efeitos dos Parâmetros do Solo sobre a Tração – 23

 

3. Efeitos da Compactação pelo Tráfego e seu Controle – 24

3.1. Efeitos da Compactação do Solo – 24

Teor e Transmissão de Água no Solo – 24

Teor e Transmissão de Ar no Solo – 25

Teor e Transmissão de Calor no Solo – 25

Estado de Nutrientes no Solo – 25

Resistência do Solo – 26

3.2. Controle da Compactação do Solo – 26

Bibliografia Citada – 27

Exercícios – 28

 

CAPÍTULO 2 - GERENCIAMENTO DE OPERAÇÕES AGRÍCOLAS MECANIZADAS – 30

2.1. Introdução – 30

2.2. Terminologia para a Análise de Sistemas Mecanizados Agrícolas – 31

2.3. Desempenho – 33

Determinação dos Tempos Perdidos e Eficiências de Campo – 33

Método 1. Contínuo com manobras na cabeceira – 34

Método 2. Fechando o Talhão, Canto Arredondado – 35

Método 3. Fechando o Talhão, com Manobras na Diagonal – 36

Método 4. Fora para Dentro – 36

Método 5. Abrindo o Talhão, com Giro de 270º – 38

2.4. Determinação da Capacidade de Campo Efetiva – 39

2.5. Custo do Uso – 41

Método da Linha Reta – 41

Método do Saldo Decrescente – 43

Método do Fundo de Depreciação – 43

Juros – 43

Alojamentos – 44

Seguro – 44

Custos Operacionais – 44

Manutenção – 48

Salários – 50

Exemplo de Cálculo – 50

2.6. Confiabilidade – 53

2.7. Custos Indiretos – 54

2.8. Análise de Sistemas – 54

Bibliografia Citada – 59

Exercícios – 60

 

CAPÍTULO 3 - PREPARO INICIAL DO SOLO – 62

3.1. Introdução – 62

3.2. Fatores a serem considerados – 62

3.3. Derrubada de Mata Virgem ou Capoeirão – 63

Lâminas Fixas ou Anguláveis – 65

3.4. Estimativa de Desempenho na Derrubada de Mata Virgem ou Capoeirão – 66

3.5. Destoca – 69

3.6. Derrubada de Cerradão, Cerrado ou Campo – 69

Derrubada com Correntão – 69

Operação do Correntão – 72

Derrubada com Lâmina ROME K/G – 73

3.7. Derrubada de Árvores Isoladas – 74

Rolo Farca – 74

3.8. Enleiramento – 75

Lâmina ROME K/G – 75

Ancinhos Enleiradores – 77

Bibliografia Citada – 77

Exercícios – 78

 

CAPÍTULO 4 - PREPARO PERIÓDICO DO SOLO – 80

4.1. Introdução – 80

4.2. Arados de Aivecas – 80

4.2.1. Classificação dos Arados de Aivecas – 82

4.2.2. Constituição – 82

4.2.3. Projeto de Aivecas – 84

4.2.4. Arados de Aivecas de Tração Animal – 89

4.2.5. Arados de Aivecas para Tratores – 91

4.2.6. Arados Reversíveis de Aivecas – 92

4.2.7. Forças que Atuam nos Arados de Aiveca – 92

4.2.8. Regulagens – 95

4.2.9. Mecanismos de Segurança – 100

4.3. Arados de discos – 100

4.3.1. Constituição – 102

Arados de Discos Montados – 102

Arados de Disco de Arrasto – 104

Arados de Discos Reversíveis – 104

4.3.2. Forças que Atuam nos Discos – 104

4.3.3. Parâmetros para Projetos – 107

4.3.4. Regulagens – 111

Arados Montados – 111

Regulagem para Abertura do Primeiro Sulco – 112

Arado de Discos de Arrasto – 112

Longitudinal e Transversal – 112

Profundidade – 112

Ângulo Horizontal do Arado – 112

Alinhamento do Centro de Resistência do Arado – 113

4.4. Grades – 113

4.4.1. Grades de Discos – 114

4.4.2. Grades de Dentes – 117

4.4.3. Grades de Molas – 117

4.4.4. Forças que Atuam – 119

Grades de Discos – 119

Grades de Dentes – 123

Grades de Molas – 123

4.5. Parâmetros para Projetos – 124

4.5.1. Grades de Discos – 124

4.5.2. Grades de Dentes – 125

4.5.3. Grades de Molas – 126

4.6. Regulagens – 126

4.6.1. Grades de Discos – 126

Simples Ação – 126

Dupla Ação – 127

Grades “Off-set” – 127

4.6.2. Grades de Dentes – 131

4.6.3. Grades de Molas – 132

4.7. Subsoladores – 132

4.7.1. Constituição – 132

4.7.2. Forças que Atuam – 133

4.7.3. Características de Operação e Regulagens – 136

4.8. Sulcadores – 137

4.8.1. Constituição – 137

4.8.2. Características de Operação e Regulagens – 139

4.9. Enxadas rotativas – 140

4.9.1. Constituição – 140

4.9.2. Cinemática das Facas – 141

4.9.3. Forças que Atuam nas Facas – 142

4.9.4. Características de Operação e Regulagens – 142

Bibliografia Citada – 144

Exercícios – 144

 

CAPÍTULO 5 - SEMEADURA CONVENCIONAL – 146

5.1. Introdução – 146

5.1.1. Histórico – 146

5.1.2. Nomenclatura – 147

5.1.3. Classificação das Semeadoras – 147

Quanto à Forma de Distribuição – 147

Quanto à Forma de Acionamento – 148

Quanto ao Tamanho das Sementes – 150

Quanto ao Mecanismo Dosador de Semente – 150

Quanto ao Material Dosado – 151

5.2. Fatores que Afetam a Semeadura – 151

5.2.1. Sementes – 151

Quantidade de Sementes – 151

Uniformidade no Tamanho e Forma das Sementes – 152

Uniformidade de Distribuição das Sementes – 154

Tratamento das Sementes com Defensivos Agrícolas ou Inoculantes – 154

Profundidade das Sementes e Adubos – 154

Uniformidade de Cobertura das Sementes – 154

5.2.2. Solo – 155

Preparo do Solo para Semeadura – 155

Tipo de Solo – 157

Teor de Umidade no Solo – 157

Temperatura do Solo – 157

Compactação do Solo sobre as Sementes – 158

Formação de Crostas no Solo – 158

5.2.3. Máquina – 159

Tipo de Mecanismo de Cobertura – 159

Tipo de Mecanismo Dosador de Sementes – 159

Tipo de Sulcador – 159

5.2.4. Clima – 160

Época de Semeadura em Relação à Estação – 160

5.2.5. Habilidade do Operador – 161

5.3. Constituição – 161

5.3.1. Semeadoras-Adubadoras para Sementes Graúdas – 161

Chassi – 161

Dosadores de Sementes – 164

Discos Perfurados – 164

Correias Perfuradas – 164

Dedos Preensores – 166

Pneumáticos – 166

Canecas – 168

Dosadores de Adubos – 169

Helicoidal – 169

Rotores Dentados – 169

Discos Horizontais Rotativos – 170

Rotor Vertical Impulsor – 170

Correias ou Correntes – 171

Cilindros Canelados – 171

Sulcadores – 171

Sulcadores de Enxada – 171

Sulcadores de Facão – 172

Sulcadores de Discos – 173

Controle de Profundidade e Compactação – 173

Sistemas de Acionamento – 175

Cobridores de Sementes – 177

Sistemas Marcadores de Linhas – 179

Depósitos de Sementes – 180

Depósito de Adubos – 181

Rodado – 181

5.3.2. Semeadoras-Adubadoras para Sementes Miúdas – 183

Chassi – 183

Dosadores de Sementes – 183

Orifícios Reguladores – 185

Discos Alveolados – 185

Centrífugos – 186

Dosadores de Adubos – 187

Sulcadores – 188

Controle de Profundidade dos Sulcadores – 189

Sistemas Marcadores de Linhas – 190

Sistemas de Acionamento – 190

Cobridores de Sementes – 191

Depósito de Sementes e Adubos – 191

Rodado – 191

Compactadores das Sementes – 192

5.4. Montagem – 193

5.4.1. Para Sementes Graúdas – 193

Montagem das Unidades Semeadoras-Adubadoras – 193

Discos Dosadores de Sementes – 194

Defletores – 195

Sulcadores para Adubos e Sementes – 196

5.4.2. Para Sementes Miúdas – 196

Unidades Semeadoras-Adubadoras – 196

Sulcadores para Sementes e Adubos – 196

5.5. Regulagens das Semeadoras-Adubadoras – 199

5.5.1. Para Sementes Graúdas – 199

Acoplamento – 199

Nivelamento – 199

Espaçamento entre Linhas – 199

Quantidade de Adubo – 199

Quantidade de Sementes – 201

Distância entre Sementes e Adubo – 203

Profundidade das Sementes – 203

Profundidade do Adubo – 203

Rodas de Sustentação – 204

Marcadores de Linhas – 204

Sulcadores Frontais – 204

Rodas Compactadoras – 204

Velocidade de Operação – 204

5.5.2. Para Sementes Miúdas – 205

Quantidade de Sementes – 205

Profundidade das Sementes e do Adubo – 206

Bibliografia Citada – 207

Exercícios – 208

 

CAPÍTULO 6 - CULTIVO MECÂNICO – 210

6.1. Constituição – 210

6.2. Forças que Atuam – 212

6.3. Parâmetros para Projetos – 214

6.4. Estabilidade dos Cultivadores – 216

6.5. Regulagens – 217

Bibliografia Citada – 219

Exercícios – 219

 

CAPÍTULO 7 - APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS – 220

7.1. Fatores que afetam a utilização – 220

Clima – 220

Solo – 221

Hospedeiro – 221

Patógeno – 222

Princípio Ativo – 223

Veículo – 223

Operador – 223

Máquina – 223

7.2. Princípios de Distribuição de Defensivos – 224

7.2.1. Subdivisão de Líquidos em Gotas – 224

Pressão Hidráulica – 224

Atomização Gasosa – 226

Atomização Centrífuga – 228

Nebulização – 229

Eletrodinâmico – 229

Mistos – 230

7.2.2. Aplicação Utilizando Veículos Sólidos – 231

Pós – 231

Microgrânulos – 231

7.3. Parâmetros para Avaliação – 231

Tamanho de Gotas – 231

Espectro de Gotas – 233

Faixa de Deposição – 233

7.4. Máquinas – 236

7.4.1. Aplicadoras de Formicidas – 237

7.4.2. Aplicadores de Fumigantes – 238

7.4.3. Pulverizadores – 238

Pulverizadores de Padiola – 239

Pulverizadores Motorizados – 240

Pulverizadores Tratorizados – 240

Bomba – 241

Câmara-de-Ar – 244

Válvula Reguladora de Pressão – 245

Tubulação – 246

Barra de Pulverização – 246

Bicos – 247

Pulverizadores Aéreos – 251

7.4.4. Atomizadores – 256

Manuais – 256

Atomizadores Costais Motorizados – 257

Atomizadores Tratorizados – 258

Atomizadores Aéreos – 259

7.4.5. Nebulizadores – 260

7.4.6. Polvilhadoras – 261

7.4.7. Aplicadoras de Microgrânulos – 264

7.5. Regulagens e Cálculo de Dosagens – 265

7.5.1. Pulverizadores Costais – 265

7.5.2. Pulverizadores Tratorizados – 266

Bibliografia Citada – 267

Exercícios – 267

 

CAPÍTULO 8 - COLHEITA – 269

8.1. Colheita de Cereais – 269

8.1.1. Constituição – 269

Mecanismos de Alimentação – 273

Mecanismos de Trilha – 273

Mecanismos de Separação – 274

Mecanismos de Limpeza – 275

8.1.2. Regulagens – 277

8.1.3. Perdas na Colheita – 279

Fatores que Afetam as Perdas na Colheita – 279

Avaliação das Perdas de Grãos na Colheita – 282

Identificação e Solução dos Problemas Referentes à Colhedora para Redução de Perdas – 283

8.2. Colheita de Forragem e Feno – 283

8.2.1. Segadoras – 283

8.2.2. Segadoras Rotativas Horizontais – 292

8.2.3. Segadoras Rotativas de Facas Verticais – 293

8.2.4. Condicionadoras de Feno – 294

8.2.5. Ancinhos – 295

Ancinho com Molinete – 295

Ancinho de Entrega Lateral – 296

Ancinho de Rotor Dentado – 296

8.2.6. Enfardadoras – 297

Enfardadora para Fardos Retangulares – 297

Enfardadora para Fardos Redondos – 299

8.2.7. Colhedoras de Forragens – 300

Bibliografia Citada – 304

Exercícios – 305

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